quinta-feira, 26 de agosto de 2010

"Hello? Hello? Anybody home? Hun? Think, McFly! Think!"

Night, people. How R U today??? Honestly, I'm not thaaaaat good, but I'm dealing with the situations in my life and they're getting better with the time. I think.

Any ways... Do you know what I really don't understand at all??? It's just... People don't think. That's it.

*tradução ON*

Boa noite, pessoal. Como estão hoje??? Honestamente, eu não estou tããããõooo bem assim, mas eu estou lidando com as coisas na minha vida e as coisas vão melhorar uma hora. Eu acho.

Enfim, vocês sabem o que eu realmente não entendo??? É que... as pessoas não pensam. É isso.

Na boa, eu sei que da última vez que escrevi alguma coisa aqui eu disse que estava muito feliz e com grandes esperanças que as coisas poderiam mudar. Ainda penso assim (e se Deus quiser elas vão melhorar ano que vem), mas é que as coisas chatas veem quando não é pra vir e todos à minha volta ficam mal e eu me sinto impotente para ajudar os outros, porque, na boa: EU TENHO SÓ 16 ANOS!

Mas tudo bem... as coisas pequenas não vão me afetar muito. Eu sei o que eu tenho que fazer para conseguir melhorar e alcançar meus objetivos. And that's what I'll do.

MDA, Barney vai passar o fim de semana com agente e vamos dormir na casa da nossa vó *O* Por isso, vou me auzentar por esse fim de semana.
do svidaniya, Clara Ferreira

domingo, 22 de agosto de 2010

Aja O Que Houver, Eu Não Vou Chorar. Não Desta Vez.

Saudações, jovens Padawans. Como estão vocês nesse momento de guerra e conflito?

(Tradução: oi, gente =) Como vão vocês???)

Ok...
Eu vou começar com meus desabafos que só eu entendo *e que alguns dos meus leitores parecem se identificar*. Eu ia fazer isso amanhã à noite, mas não tenho nada melhor pra fazer e Barney me pediu para eu passar uma coisa em um e-mail e como a Hotmail me ama de paixão, eu decidi ficar por aqui enquanto espero a joça da minha história carregar.

Na sexta-feira, enquanto falava no celular com MJ, minha mãe disse que queria conversar. Desliguei o telefone e ela me puxou para uma daquelas conversas tensas que as mães têm com as filhas em algum momento da vida delas (não estou falando de sexualidade e nem de garotos aqui, ta??? Estou falando de futuro acadêmico).
E a coisa realmente me fez refletir. Tipo... eu sei das coisas que eu tenho que fazer, das escolhas que eu tenho que tomar e das minhas responsabilidades que me cobram... mas, quando a minha mãe usou uma frase mágica *que eu não colocarei aqui em hipótese alguma*, eu recebi a motivação necessária para mudar.


E gora, cá estou... num domingo à noite, escrevendo o quanto estou feliz com o futuro à minha frente. Estou um pouco cansada, não nego, mas também estou animada e ansiosa. Eu sei que eu pesso ser boa e que eu consigo mostrar isso ao mundo desde que eu me dedique, mas eu não encontrava um jeito pra isso. Não encontrava. Acho que descobri *o*

Só de lembrar do momento, me dá vontade de chorar, mas não de tristesa. De alegria e esperança... UM MUNDO ME ESPERA E EU VOU MOSTRAR A ELE DO QUE EU SOU CAPAZ. ESPERO QUE TODOS ME AGUARDEM, POIS EU VOU MOSTRAR PARA TODO MUNDO... TUDO O QUE EU PEÇO É UMA CHANCE.

Eu só rezo a Deus, a Nossa Senhora, ao meu anjo da guarda e a Santa Clara para que, desta vez a coisa não ande pra trás... Por favor, um ano passa tão rápido. Deixem-me curtí-lo bem e com as pessoas que eu quero à minha volta. Com as pessoas que fazem bem pra mim e são boas comigo.

Do svidaniya, Clara Ferreira

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

E Depois Ainda Tem Gente Que Me Fala Que Não Gosta De Abraços

Quero um alguém pra mim assim.

Capítuto 56:

Sara:

Cheguei a minha casa mais de quatro da tarde. Não avistei nenhum Toyota enquanto passava pela garagem e isso só me animou ainda mais. Subi logo para o meu quarto e fechei a porta. Sabia que ele estava bagunçado, então me joguei logo na cama. Encarei o teto por algum tempo e me dei conta do que eu ia fazer o restante do dia: um banho e depois ver um filme afundada no sofá comendo salgadinhos de queijo (meus favoritos).

Estava tirando o tênis e indo em direção ao banheiro quando ouvi algumas batidas na porta.

­- Sara? – Reconheci a voz de Matt do outro lado e me aproximei sem dizer nada. – Tudo bem? Tá se sentindo melhor?

Normalmente eu apenas daria uma resposta seca ou trancaria a porta e não falaria com ninguém, mas meu estado de espírito estava tão bom que eu poderia falar normalmente com Matt. Então, eu coloquei a mão na maçaneta e abri a porta. Ele estava lá, me encarando sem jeito.

- Oi – ele soltou um sorriso. – Tirou a maquiagem?

Desviei o olhar e soltei uma risada.

- Eu gostei assim – admitiu (coisa que me fez corar).

- Valeu – respondi.

Ficamos em silêncio por alguns segundos. Eu encarava o chão e ele olhava para os cantos. Foi então que ouvi ele dizer algo com seu tom que extrema sinceridade.

- Ela gostou do livro?

Congelei. Então estava com ele esse tempo todo, pensei.

- Você esqueceu ele da última vez que esteve na Califórnia – respondeu Matt, como se tivesse acabo de ouvir meus pensamentos. – Achei que... pudesse ajudar de alguma forma.

- Como você... Como sabia que eu...

- Sara, eu te conheço – falou. – Moramos juntos quando éramos crianças dos seus seis aos seus dez anos antes de você vir pra cá – lembrou. – Desde ontem, quando a Anne falou sobre “passar um tempo com a mãe” eu sabia que você ia hoje ver a tia Gisele.

Pisquei duas vezes.

- Eu... Ãn... Eu...

E então, Matt abriu totalmente a porta (aproveitando meu estado de choque) e me envolveu em um abraço terno. Não fiz nada para que ele se afastasse, mas também não correspondi. Apenas fiquei parada recebendo o carinho.

- Eu não quero ver você sofrer, Sara – confessou. – Eu quero ver você sorrir e ser a pessoa maravilhosa que eu sei que você é.

Enquanto ele falava, o seu perfume invadia meu corpo e eu me deixei afundar naquele peitoral definido enquanto fechava meus olhos para melhor ouvir cada palavra dele. Além disso, o tamanho de Matt me fazia sentir uma pessoa tão “inha”. O queixo dele batia no alto da minha cabeça e suas mãos preenchiam minhas costas.

- Eu vou estar sempre aqui – prometeu. – Eu sei que sou um primo horrível, que você queria que eu não estivesse aqui, mas mesmo que você não queira, quando eu sentir que você precisa de mim, eu vou estar com você.

As palavras dele me davam, junto com a vontade de chorar, algo que eu não sentia desde que saí do internato: segurança. Matt nunca havia sido carinhoso comigo. E, de repente, ele se comportava como... a melhor pessoa do mundo.

- Matt, eu...

- Não diz nada – interrompeu. – Sara, eu só quero te proteger – Ele me apertou ainda mais contra seu peito e beijou o alto da minha cabeça. Quando fez isso, um arrepio percorreu minha espinha e eu tive alguns formigamentos no estômago (seriam as tais das borboletas, talvez?)

Nesse momento então, não sei por quê, eu passei os meus braços por seu corpo e a pressioná-lo contra mim. Abaixei ainda mais a cabeça e me encolhi um pouco para que ele me abraçasse ainda mais forte (sim, eu estava correspondendo ao Matt).

- Não vou te deixar – continuou. – Você não vai estar sozinha.

Eu inspirei novamente aquele perfume doce e suave enquanto as palavras dele me vinham aos ouvidos e quando dei por mim, estava sorrindo que nem uma retardada.

- Vou te proteger, Sara. E sempre que alguém te machucar, ou que você se sentir mal, eu vou fazer você se sentir melhor. Eu vou te curar.

O tom de voz do Matt era como o de uma pessoa muito zelosa e cuidadosa. Era como se ele não fosse o meu primo retardado que só me fazia passar vergonha o resto da vida. Era como se ele fosse apenas um cara que se preocupa comigo e quer o meu bem.

- Você é a minha Sara e eu só quero o seu bem. Ninguém vai te machucar enquanto eu estiver aqui.

Quando ele me soltou, eu me dei conta de que estava quase sem ar. Ele segurou as minhas mãos e eu abri meus olhos. Ele me fitava sério. Suas íris azuis metálicas me encaravam com uma intensidade tremenda.

- Por que agente não pede uma pizza e vê um filme? – Propôs. – Eu cheguei e tinha um bilhete do seu pai dizendo que ele vai voltar tarde hoje. – Agora ele sorria como quem dizia “podemos fazer uma festa e seu pai nunca vai saber”.

Raspei a garganta para responder (ainda tentando assimilar o que tinha acabado de acontecer).

- Eu... estava pensando mais em salgadinhos de queijo e chocolates – confessei.

O sorriso de Matt aumentou.

- Eu vou preparar tudo lá embaixo e te espero, ok?

Concordei com a cabeça e antes de Matt soltar minhas mãos e descer, ele se inclinou e abaixou para me dar um beijo na bochecha.

- Não demora, minha linda. Somos só eu e você e não precisa de muita coisa.

E enquanto ele se afastava e me deixava plantada em frente à porta do meu quarto com um coração acelerado, as borboletas no estômago e uma respiração ofegante, eu me sentia diante de um mar de emoções que eu nunca havia sentido antes.

Claro que eu já havia ficado, namorado e me sentido atraída por alguns meninos antes, mas nada, nunca, se comparou ao que tinha acabado de acontecer. O abraço de Matt me abalara de um jeito que fazia minhas mãos tremerem só de pensar nele. Aquele cheiro, aquele corpo, aquele toque, aquelas falas, aquele beijo...

Uma coisa é certa, disse a mim mesma depois de retomar a consciência e já debaixo do chuveiro, você não vai prestar atenção no filme.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pessoas Neurastêmias São Complicadas

Não contarei como foi a viagem. Minto. Não contarei como foram as partes ruins da viagem. Contarei quais foram as boas:

Vi Barney pela primeira vez em muito tempo. Eu chorei.
Ganhei uma jaqueta nova (*-*).
Comprei Tentada.
Tirei muitas fotos interessantes (do meu ponto de vista).
Descobri o que dar para MJ de Natal (hihi).

E é isso.

do svidaniya, Clara Ferreira

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Por Que 48 Horas Não Podem Passar Rápido???

Boa tarde :D
Aiai, hoje o dia vai ser muito tenso. Inclusive, tenho uma boa notícia: para a felicidade de voc~es, vou sumir por uns três dias daqui (EEEEEEEEEEEEEE).
Minha escola vai fazer uma escursão até São Paulo e eu vou. Vai ser bate-e-volta (chega, fica na feira, almoça, vai para o programa Altas Horas, janta, vem ambora), mas eu vou chegar aqui só 5ª de manhã e vou postar algo só na 5ª (ou se me conheço, acho que na 6ª mesmo).
O lado bom: eu escrevi tudo o que precisava para a minha história, então, estou com 126 páginas recém-adquiridas (hihi). Somado a isso, talvez amanhã eu veja Barney no shopping enquanto minha turma janta. Ainda temos que combinar direito... mas, na pior das hipóteses, ela vem pra cá no fim do mês, então, o que são duas semanas pra quem está sem se ver a quase um mês??? EU aguento...

Enfim, eu só tenho agora que fazer minha mala e me preparar psicologicamente para ficar mais de 24 horas (seguidas) com o povo da minha escola... Se eu conseguir fazer isso, escrever os capítulos da Sara será algo muito mais fácil.
A professora de Espanhol disse que era bom se levássemos as nossas câmeras, mas eu vou ser honesta aqui: tenho medo de roubarem a Joanna =(
Enfim, vou-me. Quero zapear um pouco na Internet ainda, arrumar meu quarto, ver TV, tomar banho, ir para o inglês e voltar. Tenho malas para fazer também...

do svidaniya, Clara Ferreira

PS: só uma coisa me deixa bem chateada nisso tudo... ontem eu não consegui passar minha história para MJ ler T.T mas, tudo bem... ainda faço aquele ser ler minha história rsrs =333

domingo, 15 de agosto de 2010

Casamento = Escovas De Dente Dividindo O Banheiro (?)

Ontem eu passei cerca de 90% da tarde sozinha... Vi alguns EPs de Gossip Girl que estavam enterrados e esquecidos nas pastas do Phillip, cheguei ao auge de 120 páginas da minha história (e fiquei entalada por falta de informação e motivação para começar um capítuo novo) e ouvi Danny Elfman. Eu gostei. Muito.
No entanto, permitam que eu esclareça algo aqui: embora eu goste de ficar sozinha (muitas vezes), eu gosto de ficar sozinha e ter algo para me ocupar. Se eu ficar sozinha e não ter nada pra fazer, aí a coisa vira um caos.
Quando eu fico sem nada pra fazer, eu começo a pensar e se eu começo a pensar, eu começo a falar sozinha e a ver as coisas de um modo que elas não são, da forma que eu me dou conta disso só depois e isso me deprime (cedo ou tarde). Sem contar o bônus: leves pontadas de dor na cabeça.
Então, qual a solução que eu tenho para mim mesma??? Bom, eu desenvolvi algumas:

Se eu ficar sozinha e eu tiver que fazer coisas como tarefa, estudar ou praticar violão, eu vou e faço isso. E, ironicamente, para me distrair de mim mesma e de meus pensamentos, eu acabo me concentrando em mim memsa e no que eu estou fazendo.
Agora, se eu ficar sozinha e eu não tiver realmente nada pra fazer, daí eu: dou uma volta, tomo um banho, tento escrever ou banco a verdadeira cara-de-pau e ligo pra alguma das minhas amigas na esperança de que elas tenham algo para me falar e que possamos ficar conversando por um bom tempo.
Eu nem conto ouvir música, pois ouvir música (em especial com o Louis) me ajuda a devanear. E, como eu sou um ser que tem grande dificuldade em manter os pés no chão e me focar no que a coisa é realmente... misturar música comigo não é algo que dá certo quando estou sozinha.

E sabem de uma coisa? Eu me pergunto se será sempre assim.
Eu me imagino daqui a alguns anos com um cara legal, talvez já com meus três filhos (sim, quero três mesmo) e exercendo a profissão que eu desejo e gosto. No entanto, eu não me imagino morando com esse cara. Com os filhos, sim, mas com ele não.
Eu não quero morar com meu namorado (que ainda não apareceu na minha vida). Cansa, dá trabalho e desgasta MUITO a relação. Quando você começa a morar junto, as coisas começam a desandar. Uma tampa de privada erguida aqui, uma bola de cabelo no box do banheiro ali, uma maneia estranha de lavar a louça aqui, um lugar disputado na sala de TV ali e quando vê, um está indo passar um tempo num hotel até arrumar um lugar novo pra morar.
Por isso que eu falo: eu quero me casar, mas eu quero morar em casas separadas. Nem quero tentar morar junto com meu marido. Ele teria a casa dele e eu teria a minha. Passearíamos, sairíamos pra jantar, nos encontraríamos um na casa do outro, poderíamos até combinar de um ir dormir na casa do outro às vezes... mas, por favor, que as nossas escovas de dentes não dividam um espaço no banheiro permanentemente.
E tem outra: eu não sei como é morar com um homem. Meu pai saiu de casa quando eu tinha 6 anos e eu me desacostumei totalmente com o fato de dividir um teto com um elemento masculino.
Bom, isso é o que eu penso.

do svidaniya, Clara Ferreira

sábado, 14 de agosto de 2010

She Said She Likes To Dance All By Herself Cos She's A Party Girl (8)

Gente, eu tô aérea hoje... fato.
Acordei eram umas 11e20 e como vou ter que ficar hoje o dia todo na casa da minha vó, decidi levantar e já arrumara a casa. Limpei meu quarto, lavei a louça, dobrei a manta da sala, abri a casa e todo o escambau a quatro.
Agora eu me encontro aqui, para poder falar para os meus leitores (que não se apresentam para eu saber que há ou não alguém aqui) como foi a festa de ontem.

Eu adorei a festa de ontem. Havia uma árvore de maçãs do amor *-*. o ambiente era a coisa mais linda do mundo, as minhas amigas estavam lá pra gente convrsar, dançar, rir e se divertir muito. E isso sem falar do DJ... Ele tocou umas músicas MUITO BOAS pra gente dançar *O* (Party Girl já valeu a noite, meninas HAHAHAHAHAHAHAHA).
Claro que, quando você vai pra uma festa, você sempre cria esperanças quanto às pessoas, à forma de ser tratada, às músicas e todo o resto.

Eu prometo que vou postar algo que preste até o fim de semana, mas eu tenho agora que arrumar as coisas para eu ir para a casa da minha vó. Quero ficar lá e escrever (unhas curtas facilitam MUITO isso). Daí eu volto e quero ver se consigo falar com Barney hoje =333 sinto saudades.

do svidaniya, Clara Ferreira