segunda-feira, 26 de julho de 2010
It's All Changing...
domingo, 25 de julho de 2010
Eureka! I've Got It
Entendam que este não é um post comum. É um post de descoberta, portanto ele será longo então se não estiverem dispostos, podem fechar a janela e fazerem qualquer outra coisa.
Bom, acho que podemos começar:
Eu estava vendo Charlie and the Chocolate Factory quando me deparei com uma pergunta muito estranha "por que complicar?". E de fato: por que temos que complicar as coisas, se as mesmas podem ser simplificadas? Tudo seria tão mais fácil se as coisas fossem simples, não? Simples para mim, simples para você, simples para o mundo em si.
Mas não é.
E por que não?
Simples: porque nem todos são loucos.
Ok, back to the start: o que é uma pessoa louca? De acordo com o dicionário é "aquele que apresenta distúrbio mental grave, alienado, doido, insano. Que está fora de si, insensato. Furioso, alucinado. Temperário, imprudente." e nem precisa dizer que eu acho que tudo isso é um bando de balbúlcias sem tamanho, não é? Bom, pra mim é.
Agora, vamos pegar a opinião de um dos personagens de uma das maiores mentes que o mundo já viu, Cheshire Cat:
" - Nós somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca.
- E como é qe você sabe se eu sou louca? - perguntou Alice.
- Bem, deve ser - disse o Gato - ou então você não teria vindo parar aqui.
Alice não achou que isso provasse coisa alguma. Entretanto continuou a conversa.
- E como você sabe que você é louco?
- Comecemos considerando que um cachorro não é louco - respondeu o Gato. - Você concorda com isso?
- Acho que sim - disse ela.
- Nesse caso - continuou o Gato - lembre-se de que um cachorro rosna quando está bravo e abana o rabo quando está contente. Já eu rosno quando estou contente e abano o rabo quando estou bravo. Portanto, eu sou louco."
O que podemos concluir dessa conversa? Que pessoas loucas são aquelas que não seguem os padrões. Elas fazem as coisas, de uma maneira muitas vezes peculiar e simples, da forma que essas coisas atraem a atenção de outros.
Cheshire Cat, por exemplo... se pegarmos ele e um cachorro e pedirmos para eles demonstrarem que estão bravos. Cheshire Cat irá abanar o rabo e o cachorro irá rosnar... os dois não fizeram a mesma coisa? Claro que o "louco" da história seria o Gato, mas por quê? Pelo simples fato de ele não fazer como os outros gatos? Pelo simples fato de ele ter abanado o rabo e não rosnado?
Mas, querem saber de uma coisa??? Tudo isso pra mim é bobeira. Mesmo. Loucos não deveriam ser chamados de loucos. Loucos deveriam ser chamados de "simplificadores". Eles veem e vivem mundo de uma maneira tão natural e tão simples que chega a ser um desafio para as mentes normais, para as mentes complicadas.
Tim Burton disse em um de seus filmes que as melhores pessoas do mundo são loucas. Por que ele diria isso? Simples. Simplesmente, simples. Porque as pessoas loucas não complicam as coisas. Elas vivem as suas vidas, fazem as suas coisas e interpretam tudo o que acham digno de tomar seu tempo de uma maneira simples, prática e normal (para elas).
Temos muito o que aprender com os loucos. E eles têm tanto para nos ensinar...
Chamem-me de louca se quiserem. Chamem-me, pois loucura para mim, é sinônimo de verdade. E, se ser louco hoje quer dizer ser verdadeiro, tenho apenas uma pergunta: onde está minha camisa de força?
do svidaniya, Clara Ferreira
sábado, 24 de julho de 2010
Red Hair, Green Eyes
quinta-feira, 22 de julho de 2010
"Segundo verso" *recita/canta o segundo verso* "Terceiro verso"
quarta-feira, 21 de julho de 2010
E Depois Ainda Fazem A Pergunta (Retórica) "Por quê?"
Procura-se: Dicionário Ambulante
Sabe uma das coisas que eu mais procuro nas pessoas? Compreensão, ou (no mínimo) entendimento. Eu ainda espero que, um dia, vou achar alguém capaz de me interpretar e me desvendar. Alguém que vá me ver de um jeito único e que me mostrará que as coisas que eu acho que são de um jeito, são na verdade de outro completamente diferente. Nós iríamos descobrir um mundo inteiro juntos. E, não precisaríamos de mais nada, apenas de nós mesmos, pois um constituiria o mundo do outro...
Acho que, falando assim, dá a entender que eu sou uma pessoa completamente louca, que não vê nada com nada e que é sempre o motivo de chacota por ver e sentir o que ninguém mais percebe... Não me sinto assim. Não mais, pelo menos. No entanto, há situações em que eu me deparo com as coisas e me fazem pensar em outras que chegam a me surpreender.
E isso tudo sem falar nos sonhos e pensamentos.
Um exemplo: aula de Biologia de sexta-feira, ninguém quer mais ficar naquele cubículo chamado "sala de aula" e se não estão conversando ou prestando atenção na aula, estão devaneando. Eu juro que tento saber do assunto da aula, mas não dá. Do nada eu começo a pensar sobre coisas que as pessoas me falaram, sobre como essas falas poderiam ter sido e como as coisas poderiam ter acontecido... Eu começo a articular cenas (impossíveis) com gente que
acho que ainda pode aparecer na minha vida e quando dou por mim, POOF!, já nem sei mais em que órbita eu fui parar. E essa é a receita perfeita para se tornar um ser vegetativo na aula... tenso, eu sei.
Acho que tenho a Sindrome Dom Quixote...
*Explanation Time - ON*
Dom Quixote é um personagem que, de acordo com a sua história, leu demais e começou a confundir a realidade com a fixão. Ele não sabia mais o que era real e decidiu que queria ser um Cavaleiro Andante, salvando donzelas e combatendo violões, feiticeiros e monstros... ele até inventou um inimigo para batalhar e uma donzela para amar.
Acho que estou ficando que nem o Sr. Quixote... não que eu vá sair por aí em cima de um cavalo e desistir de tudo, mas eu, a partir de uma coisa de nada, consigo criar (no mínimo e dependendo do meu estado) um texto de uma página no Word...
*Explanation Time - OFF*
Outra coisa que acabo de perceber: a pessoa que me decifra não precisa ser apenas uma. Ela pode estar dividida. Um pouco em um amigo, outro pouco em algum parente... e assim vai. Com o tempo, eu me torno alguém melhor só pelo fato de estar perto de quem me ama.
do svidaniya, Clara Ferreira
Silly, Alone (8)
Eu não consigo dormir quando quero nas férias. Sempre que me proponho a dormir "cedo", eu volto para o computador ou fico jogando no meu DS e ouvindo músicas no meu iPod até não me aguentar mais, o que é por volta das 3 am.
E hoje não voi diferente... eu saí do computador antes da 1 am, liguei meu DS e fiquei jogando até 1e40 (aproximadamente). Desliguei, me acomodei para dormir e me peguei pensando em algo que adimiro e contento muito: a solidão.
Não sei se é assim com todos, entã falo apenas por mim mesma, ok??? Ok.
Eu sempre, desde que me lembro, gostei de ficar sozinha. Quando eu era criança, preferia ficar com meus inúmeros amigos imaginários e meus brinquedos e agora, embora os amigos imaginários tenham sido substituídos por minha consciência e os brinquedos por objetos como meu notebook, meu celular, meu iPod e meu pen drive (que, por sinal, ainda está desaparecido), não acho que as coisas tenham mudado. A solidão me agrada, me relaxa e me acalma.
Eu nunca fico sozinha, ou quase nunca, no entanto, é uma coisa que eu poderia colocar no meu dia-a-dia sem grandes contradições.
Quando estou irritada, estressada ou apenas querendo ficar sozinha com meus pensamentos para poder processá-los à melhor maneira, vem sempre alguém com a pergunta "o que você tá pensando?". Gente, eu tenho muita tendência a pensar em nada e ao mesmo tempo em tudo... minha cabeça não é algo que pode ser explicado tão facilmente... eu mesma me acho esquisita às vezes. Agora, imaginem terceiros.
Bem, voltando ao foco... ah, sim. Acho que o melhor para eu ficar sozinha é o meu quarto. Tenho a teoria que é porque ele tem as coisas materias que mais amo na vida e isso me traz mais pra perto do que eu julgo ser "o meu lugar".
Quando as pessoas entram no meu quarto, elas ficam olhando em volta como se estivessem em outro mundo. Confesso que me divirto com isso.
Queria que tivesse uma palavra para me descrever... mas isso é assunto para outro post e, como estou sem nada para fazer, vou tratar de fazê-lo.
do svidaniya, Clara Ferreira